Renovabio traz novas perspectivas para mercado da cana

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Reunidos durante a apresentação do Renovabio durante o Simpósio da Cana de Alagoas, o Sindaçúcar-AL, o Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Planejamento Energético tiraram dúvidas dos representantes do setor sucronergético sobre a nova política de biocombustíveis, que vai ser implantada a partir de 2019.

O presidente do Sindaçúcar-AL, Pedro Robério Nogueira, foi o mediador do painel, que trouxe novas perspectivas para a recuperação produtiva e econômica do setor. “Esse é um programa revolucionário. Hoje trouxemos um perfil aprofundado do Renovabio, apresentando a expectativa do governo para a produção de etanol para o Brasil. Alagoas, como o produtor mais importante do combustível na região Nordeste, precisa se aprofundar no tema para se habilitar no programa”, afirma Nogueira.

Durante o debate, foram apresentadas as viabilidades de projeções econômicas e cenário de produção pela representante da EPE, Ângela Oliveira. Já o representante do Ministério de Minas e Energia, Paulo Roberto Costa, apresentou o crédito de descarbonização – CBio.

“Esse crédito nada mais é do que um ativo financeiro que serão negociados no mercado para remunerar de forma positiva a retirada de carbono da matriz energética brasileira. Eles já serão comercializados a partir do ano que vem e em 2020 será lançado na bolsa de valores”, explica Costa.

O presidente do Sindaçúcar-AL acredita que Alagoas começará já a partir do ciclo 18/19 da cana, a se preparar para que todo o sistema produtivo possa entrar no programa.

“Estamos vindo de sucessivos decréscimos de produção, devido a situação climática. Com a normalidade pluviométrica, teremos o início de recuperação na próxima safra. Porém a recuperação será ao longo dos ciclos que virão, de forma intensa para participar do Renovabio de forma mais importante. O que precisamos é acelerar a oferta de etanol e a valorizar o Cbios”, atenta Pedro Robério Nogueira.


Bccom Assessoria

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