De olho na prefeitura de Maceió, em 2020, JHC quer fortalecer PSB

O deputado federal JHC (PS) é candidatíssimo à reeleição. Uma candidatura majoritária em 2018 é algo que até pode ser considerado – dependendo da conjuntura. Mas que ninguém conte com isso.

“No momento, meu desafio é fortalecer o PSB. Vamos filiar novos militantes e reorganizar diretórios municipais onde for preciso”, diz JHC.

A reorganização se torna necessária em função da saída da ex-prefeita Kátia Born do PSB. Ela foi para o PDT acompanhada de dezenas e dezenas de militantes. Mas nada que abale o novo presidente do partido em Alagoas.

“O PSB tem um nome muito forte, tem história, tem ideologia e é muito respeitado, especialmente na região Nordeste. Além disso, teremos como diferencial de oferecer para os eleitores um partido que não está envolvido em escândalos, a exemplo do PT e PSDB, que em função disso deixaram de ser uma opção para os eleitores mais conscientes”, pondera.

João Henrique admite, no entanto, que gostaria de disputar novamente a prefeitura de Maceió, em 2020. “Acredito que fiz uma boa campanha no ano passado e se houver oportunidade poderei disputar novamente, até porque Maceió precisa de um novo rumo”, aponta.

Essa “brecha” que pode se abrir como uma eventual eleição para a prefeitura de Maceió pode ajudar – e muito – uma eventual composição de chapa de deputado federal para 2018.

“Hoje nosso objetivo é formar uma chapa própria primeiro, para em seguida, articular uma coligação com outros partidos. De toda forma, buscamos uma chapa capaz de eleger ao menos dois deputados federais”, revela JHC.

Nessa conta de dois federais, a avaliação que se faz é de que JHC poderia ser reeleito, como puxador de votos, ajudando a eleger numa boa chapa um segundo candidato. Quem ficasse na 1a suplência poderia assumir a vaga, caso ele fosse eleitor para a prefeitura – repetindo o que aconteceu com Rui Palmeira, que abriu vaga, quando eleito para a prefeitura, para Alexandre Toledo.

Nem um, nem outro

Não exite preferência ou veto do PSB para a coligação com nenhum dos grupos políticos de Alagoas. JHC admite que tem conversado com dirigentes de outros partidos (assim como fez com Maurício Quintella, do PR, recentemente) ligados ao grupo de Rui Palmeira e de Renan Filho.

“No momento, estamos apenas fazendo sondagens, avaliando os cenários”, diz

Em outras palavras, qualquer composição no campo do PSB deve ficar mesmo para o próximo ano.

Edivaldo Júnior

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Polyana Lima

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