Alagoas avança três posições no ranking nacional da competitividade

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Mais um indicador confirma que Alagoas está sim na contramão da crise da economia nacional. A informação é destacada em reportagem, desta quarta-feira, 20, no Estadão: “Nesse cenário desafiador, poucos Estados conseguiram manter as contas sob controle e ainda promover melhorias no atendimento aos cidadãos, na infraestrutura e no ambiente de negócios. Segundo a edição de 2017 do Ranking de Competitividade dos Estados, apenas nove unidades da Federação – Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará, Paraíba, Alagoas, Acre e Rondônia, além do Distrito Federal – tiveram um desempenho melhor que em 2016”.

Alagoas segundo o ranking divulgado hoje foi pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Tendências Consultoria Integrada, saltou da 27a e última posição para o 24o lugar. O índice é divulgado desde 2011 e a comparação é feita com o ano de 2016, com dados, sempre dos dois anos anteriores.

O indicador é formado por 10 pilares, que incluem de segurança pública a infraestrutura, passando por educação, inovação e potencial de mercado.

O pilar em que Alagoas teve melhor desempenho foi do de “solidez fiscal”, saltando do 23o para o 2o lugar.

O secretário da Fazenda, George Santoro, diz que isso significa que o estado está com as finanças em dia, gastando menos do que arrecada, e com recursos para fazer investimentos.

“Acredito que iremos melhorar muito no ranking da competitividade no próximo ano. O ranking deste ano foi realizado com dados de 2015 e 2016. em 2015, primeiro ano do governo de Renan Filho, muitos indicadores estavam piores do estão hoje. No próximo ano, estaremos bem melhor em pilares como inovação, educação e segurança pública, isso porque os dados serão processados com informações de 2016 e 2017”, aponta Santoro.

Entenda melhor o ranking

Para entender melhor o ranking da competitividade, recomenda a leitura da reportagem do Estadão:

Em 2017, apenas 8 Estados e o DF melhoram o desempenho no ranking de competitividade

A maioria das unidades da Federação não conseguiu fazer mais com menos durante a crise e obteve notas piores na pesquisa deste ano

Em meio à mais longa e profunda recessão da história recente do País, que só agora dá sinais de ter ficado para trás, realizar uma gestão pública de qualidade tornou-se ainda mais difícil do que de costume. Com a retração da atividade econômica, a arrecadação diminui e os gastos, muitas vezes, até aumentam, puxados pelos custos crescentes da máquina administrativa e o pagamento de benefícios polpudos aos servidores aposentados. Sobra pouco, muito pouco, quando sobra, para realizar os investimentos necessários ao desenvolvimento e à promoção do bem-estar da população.

Nesse cenário desafiador, poucos Estados conseguiram manter as contas sob controle e ainda promover melhorias no atendimento aos cidadãos, na infraestrutura e no ambiente de negócios. Segundo a edição de 2017 do Ranking de Competitividade dos Estados, apenas nove unidades da Federação – Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará, Paraíba, Alagoas, Acre e Rondônia, além do Distrito Federal – tiveram um desempenho melhor que em 2016.

Ranking de competitividade dos Estados brasileiros

Estado de São Paulo, o mais industrializado do País, lidera o ranking produzido pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Tendências Consultoria Integrada, e publicado com exclusividade pelo Estado. Foto: Daniel Teixeira/Agência Estado

O estudo, idealizado e produzido pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Tendências Consultoria Integrada, é o mais completo do gênero no País e avalia anualmente, desde 2011, a performance dos 26 Estados e do Distrito Federal em dez pilares – capital humano, educação, eficiência da máquina pública, infraestrutura, inovação, potencial de mercado, segurança pública, solidez fiscal, sustentabilidade ambiental e sustentabilidade social. Os pilares são compostos por 66 indicadores apurados por instituições de referência, como o IBGE, o Ipea (Instituto de Planejamento de Economia Aplicada, ligado ao Ministério do Planejamento) e a Secretaria do Tesouro Nacional.

Leia aqui, na íntegra:

Edivaldo Júnior

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Redação

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