Arthur Lira, Collor e Renan estão ente os “cabeças” do Congresso Nacional

Apesar de ter uma das menores bancadas do Congresso Nacional, com três senadores e nove deputados federais, Alagoas continua influenciando – e muito – nas decisões da Câmara Federal e do Senado Federal.

A 24a edição do estudo feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), que aponta os 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, foi divulgado no domingo (03).

Três parlamentares de Alagoas – os senadores Fernando Collor (PTC), Renan Calheiros (PMDB) e o deputado federal Arthur Lira (PP) aparecem no levantamento “Os ‘Cabeças’ do Congresso Nacional”.

Entram na lista, na definição do DIAP, os parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de todas ou algumas das qualidades e habilidades descritas na publicação.

Dos parlamentares de Alagoas, Renan Calheiros foi o que apareceu mais vezes no levantamento. Ele foi apontado pela 21ª vez como um dos 100 parlamentares mais influentes e prestigiados do Congresso Nacional.

Segundo o DIAP, Renan tem como característica de sua legislatura o perfil Debatedor, que são aqueles parlamentares ativos, atentos aos acontecimentos e principalmente com grande senso de oportunidade e capacidade de repercutir, seja no plenário ou na imprensa, os fatos políticos gerados dentro ou fora do Congresso.

Collor é destacado por ser um formador de opinião, que são parlamentares que, por sua respeitabilidade, credibilidade e prudência, são chamados a arbitrar conflitos ou conduzir negociações políticas de grande relevância. Normalmente, são 39 deputados ou senadores experientes, com trânsito fácil entre as diversas correntes e segmentos representados no Congresso e visão abrangente dos problemas do País.

Já o deputado Arthur Lira aparece como articulador, que são parlamentares com excelente trânsito nas diversas correntes políticas, cuja facilidade de interpretar o pensamento da maioria os credencia a ordenar e criar as condições para o consenso. Muitos deles exercem um poder invisível entre seus colegas de bancada, sem aparecer na imprensa ou nos debates de plenários e comissões.

Veja aqui texto do DIAP sobre o levantamento:

Veja aqui o levantamento na íntegra:

Edivaldo Júnior

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Redação

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