Surge um novo nome para o Senado em Alagoas

Surge um novo nome para o Senado em Alagoas

“Sabe uma coisa que me faz bem? É receber o carinho e retribuir. Isso tem me alegrado muito nessas minhas caminhadas por Alagoas”.

A mensagem de Thereza Collor no seu Instagram é dessa quarta-feira, 26, e dá bem o “tom” da caminhada, que oficialmente é realizada dentro do projeto de reedição do seu livro “Alagoas Um Olhar”.

Mas não é só isso.

Nos últimos dias Thereza Collor tem sido assediada – literalmente – por diferentes partidos em Alagoas.

Nome leve, com força na mídia nacional, bem relacionada com toda a sociedade, Thereza mais uma vez é lembrada para a disputa eleitoral em Alagoas.

Foi convidada para encarar o Senado em 2014 e declinou. Em 2018, a resposta poderá ser outra.

Aos mais próximos ela avisa que desta vez topa a parada. Para isso, no entanto, será preciso sondar o terreno, encontrar um partido e analisar as possíveis alianças.

Thereza é filiada ao PSDB, há 20 anos, mas deve mudar de legenda para a empreitada. Isso porque o tucanato alagoano já tem, por princípio, um candidato ao posto: o ex-governador Teotônio Vilela.

Os convites teriam partidos de pelo menos três diferentes legendas. O PPS, parece ser uma delas.

As andanças de Thereza por Alagoas já ganham alguma repercussão na mídia local e nacional.

A coluna Radar, de Veja, registrou, nessa quarta-feira: “Quem acompanha as redes sociais de Thereza Collor vê que ela já está em campanha pelo estado (Alagoas), ainda que não admita. Encontrou-se com FHC e já recebeu convites de dois partidos para disputar as eleições no ano que vem”.


Edivaldo Júnior

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Victor Spinelli

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