CPLA reforça compromisso de produção com garantia de qualidade

Completo e barato. O leite é um dos poucos alimentos que apenas num copo de 250 ml, consegue-se ingerir seis tipos de vitaminas, além de proteínas e minerais, como cálcio, fósforo, potássio, zinco e magnésio.

Digno de data própria, é no 1º de junho – Dia Mundial do Leite, que é relembrada a importância do consumo do alimento do início da vida à fase adulta na dieta humana. A data reforça a necessidade de ingestão do leite estipulado pela Organização Mundial da Saúde (OMS),que é 180 litros anuais por pessoa.

Em Alagoas, Estado detentor da quarta maior produção do Brasil, instituições trabalham em prol da produção leiteira com garantia de qualidade. Só no Programa Social do Leite são entregues 80 mil litros de leite por dia – produzido por agricultores familiares – às famílias em condição de vulnerabilidade social. Segundo números da Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas (CPLA), no estado há 39 mil agricultores familiares que se declaram produtores de leite.

“Comemorar o Dia Mundial do Leite é creditar a vocação do nosso Estado para a produção leiteira, desde o pasto dos pequenos produtores aos alimentos industrializados nas gondolas dos supermercados”, chama atenção o presidente da CPLA, Aldemar Monteiro.

Alimento vital para a vida humana, a produção leiteira tem ajudado a formar microempresários e gerar renda entre famílias de agricultores e quilombolas. “Nosso maior desafio é continuar viabilizando a produção dos pequenos produtores com sustentabilidade, desenvolvimento econômico, orientação técnica e preservação do valor nutricional”, pontua.

O setor, atingido pelos efeitos da estiagem prolongada nos últimos 6 anos, que contabilizou a perda de animais e decréscimo de 60% da produção, passa por processo de reestruturação.

Na avaliação do produtor Marcelo Ferreira, de Craíbas, o leite propiciou grandes conquistas em sua vida. “Ao leite devo muito. Trabalhar com o leite é um dos orgulhos de minha vida. Hoje meu trabalho é profissionalizado, reconhecido nacionalmente, graças ao leite”. Marcelo teve sua produção premiada nacionalmente pelo Sebrae em 2016. Segundo ele, falta incentivo de políticas públicas: “só precisamos um pouco mais de segurança em recursos hídricos e acesso à instrumentos que reforcem nossa atividade”.

Além da manutenção do Programa do Leite e desenvolvimento das modalidades do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa de Nacional de Aquisição Escola (PNAE), a ativação do Projeto da Unidade de Beneficiamento do Leite (UBL), unidade da antiga fábrica da Camila, em Batalha/AL, alimenta o sonho de milhares de produtores devido a meta de triplicar suas rendas até 2019, segundo projeção da CPLA.

Beba mais leite

Em consonância com a Indústria de Lácteos, a CPLA engrossa a Campanha de valorização dos derivados produzidos em Alagoas. “Com o projeto da UBL, teremos o primeiro leite em pó produzido no Nordeste brasileiro com potencial para abastecer o mercado regional. Assim como no projeto da UBL, estamos empenhados em fomentar o consumo dos derivados genuinamente alagoano”, conta.

Para além do leite UHT, o famoso leite de saquinho, o consumidor alagoano encontra nas prateleiras dos supermercados, queijos, bebidas lácteas, manteigas e requeijões.

Fonte: Assessoria

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Redação

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