Com apoio de Renan e Marx Beltrão, Hugo Wanderley deve levar presidência da AMA

A disputa para formação nova diretoria a da Associação dos Municípios Alagoanos chegou a reunir pelo menos cinco candidatos à presidência. Faltando pouco mais de um mês para a eleição, apenas três nomes seguem na disputa. Mas tudo indica que o processo pode convergir para a formação de uma chapa única.

O prefeito eleito de Cacimbinhas trabalha para construir a unidade em torno da Associação dos Municípios Alagoanos. Hugo Wanderley (PMDB) já conseguiu o apoio de vários grupos e acha que é possível apresentar chapa única para a eleição, que acontece no dia 30 de janeiro.

Nos últimos dias, Hugo recebeu o apoio do senador Renan Calheiros e do ministro do Turismo, Marx Beltrão.

“Me orgulho muito do apoio do senador Renan Calheiros e do ministro Marx Beltrão. Além deles tenho trabalhado em sintonia com o senador Fernando Collor e com outros deputados federais de Alagoas. A bancada federal tem um papel muito importante para as prefeituras e para os prefeitos”, aponta Wanderley.

O governador Renan Filho ainda não declarou a poio a nenhum dos candidatos e trabalha na construção da unidade. No momento, além da candidatura de Wanderley, seguem na disputa a prefeita reeleita de Campo Alegre, Pauline Pereira (PSDB) e o prefeito eleito de Quebrangulo, Marcelo Lima – ambos da base de apoio do governo.

Unidade

Além de Hugo, outro pré-candidato a presidência da AMA, também defende do diálogo em busca de uma chapa consensual para a entidade. Marcelo Lima (PMDB), avalia que é possível estabelecer um entendimento entre ele, Hugo e Pauline. “O momento é de dificuldades para todos. O melhor caminho será a construção da unidade, para fortalecer a AMA. Vamos conversar em torno da chapa e busca a convergência em torno de um só projeto”, aponta.

Suporte

Se eleito, Hugo quer dar continuidade ao “excelente trabalho de Marcelo Beltrão (atual presidente da AMA) e reforçar a orientação e assessoria para ajudar os prefeitos a enfrentar a crise, além de atuar no desenvolvimento de projetos”, aponta.

Wanderley acredita que 2017 ainda será um ano de dificuldades para as prefeituras: “nesse momento é preciso controlar ainda mais os gastos, buscar a eficiência e trabalhar para aumentar a captação de recursos que possam ajudar as prefeituras a atender as populações”, enfatiza.


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