Vigilância em Saúde divulga último Boletim Epidemiológico de 2015

A Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) notificou 3.261 casos de registro de dengue em Maceió até a 50ª semana epidemiológica de 2015, correspondente ao período de 14 a 26 de dezembro. Nesse mesmo período de 2014 foram notificados 5.903 casos da doença. O 2º distrito sanitário teve o maior índice de notificações, 806 casos, que corresponde 22,16% em relação ao total do município, seguido dos bairros do 5º e 7º distritos. Os dados são do último Boletim epidemiológico do ano, o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes (LIRA).

O Lira é o levantamento rápido do índice de infestação, ou seja, de forma rápida e segura através de estudos estatísticos e probabilidade consegue-se medir o risco de epidemia de uma cidade.

No dia 21 de dezembro, a DVS divulgou o resultado do mesmo boletim relativo à 49ª semana do ano (06 a 12 de dezembro). Na ocasião foram contabilizados 3.233 casos de dengue na capital. Com relação a essa última semana foram 28 novas notificações.

Neste boletim foram confirmados 54 casos de dengue com sinal de alarme e 08 casos de dengue grave. Em 2014, no mesmo período foram confirmados 166 casos de dengue com sinal de alarme e 11 de dengue grave.

Chikungunya

Para febre Chikungunya, esse ano foram notificados 47 casos a mais que o ano passado, nesse mesmo período. Em 2014, dos 12 notificados, cinco foram descartados para essa doença, mas reagente para a Dengue.

Este ano foram notificados 59 casos prováveis, dois casos confirmados por laboratório, residentes dos bairros Ponta Verde e Canaã, e quatro por critério clínico epidemiológico.

Zika

Foram confirmados 11 casos de zika vírus laboratorialmente. O grupo de trabalho realiza o monitoramento da vigilância específica em parceira com o Laboratório Central (Lacen/AL), Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), Secretaria de Vigilância Sanitária (SVS) do Ministério da Saúde (MS)

Foram notificados 3.635 casos suspeitos. Foram registrados dois casos prováveis da região Amazônica; sendo um confirmado, proveniente de Macapá (AP), e um descartado, de Porto Velho (RO).

ASCOM/SMS

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Redação

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