‘Inevitável’ saída de Cunha e impeachment de Dilma ficam para fevereiro, diz Lessa

O ano ainda nem acabou, mas o ex-governador e agora deputado federal pelo PDT, Ronaldo Lessa, já está convencido de que 2015 não deixará saudades. (Cá para nós, torço para que ele esteja certo).

O ano pode até não deixar boas lembranças, mas vai deixar imbróglios para serem resolvidos em 2016. A temperatura da política baixou depois da “intervenção” do Supremo Tribunal Federal, mas a fogueira – embora baixa – continua acesa.

O coordenador da bancada federal de Alagoas sabe que em fevereiro vai ter mais lenha para aquecer as chamas da crise política: “a saída do Cunha (da presidência da Câmara Federal), que considero inevitável, e o debate em torno do processo de impeachment da Dilma ficam para Fevereiro”, adianta Lessa.

Até lá devemos viver sob a “trégua” decretara pelo STF: “o supremo está tentando por ordem na casa, mas não minha avaliação também fez besteira, se imiscuindo em coisas que não compete a ele (STF), coisas que são prerrogativas do legislativo, que eles invadiram. De qualquer sorte, depois de se arrastar tanto, essas decisões ficam para o próximo ano”, aponta.

Balanço

Quanto a sua atuação e da bancada federal, Ronaldo Lessa, adianta que fará um balanço em um café da manhã com a imprensa, na próxima a terça-feira, no Maceió Mar Hotel: “vou fazer um balanço de todos os projetos, dos que relatei, de minha autoria e de outras ações”, avisa.

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EJ

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Redação

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